segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

.borboletas

¨...Não que eu as procurasse ostensivamente, afinal, tudo o que menos esperava nesta confusão de sentimentos que se seguiam nestes dias de inverno era algo tipo. Nem também que, de completo, as ignorasse, afinal tenho também aquelas pequenas ilusões ternas: depois do teatro, cerveja no bar, conversa descompromissada e porque não dividir um pouco de sonhos e frustrações desses vinte-e-poucos-anos-vezenquando-doloridos?

Tão estranho porque nestes dias até me sentia pleno, porque as últimas horas da madrugada, quando o álcool cessa o adormecimento e viramos todos abóboras, não doíam tanto quanto costumavam. Porque o fato é que não as procurava mais em cada esquina, em cada sorriso, em cada tentativa. Aprendi que borboletas vêm quando bem entendem, suaves no ruflar de asas, que pousam imperceptíveis e desconcertam tudo aquilo que estávamos vivendo...¨





Meu melhor amigo escreve bem, então porque não roubar um texto dele e divulgar aqui?
Lindo... mesmo!
Como anda sendo meus ultimos finais de semana.

Um comentário:

Fernanda Alves disse...

adorei
o texto...
e muito mais o blog=)
como as vezes esculto das pessoas:
o segredo é não correr atras,assim acontece com as borboletas quando menos esperamos...
elas pousam bem pertinho de nós...

 
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